Kit Janeiro/2020

Kit Janeiro/2020

Postado em:
Blog - Kit do mês
- 06/01/2020 12:31:59

Olá, assinantes! Feliz ano novo!
Para abrir os trabalhos queijeiros nesta nova década apresentamos uma seleção especial!
Minas Gerais é, sem dúvida, o estado mais representativo dos queijos artesanais. E o nosso trabalho é garantir a presença dos clássicos queijos mineiros em nossos kits mas também garimpar novidades! E desta vez trouxemos da região do Cerrado mineiro o queijo Carranca. No município de Abadia dos Dourados, Antonio Costa e sua mãe, Bernadette, cuidam da produção que já tem história de família, mas que só se estabeleceu comercialmente há menos de 2 anos. A estrutura da queijaria, aliada à mata que os cerca e a proximidade com o rio Paranaíba garantem uma umidade que promove um excelente trabalho no queijo. Típico queijo de fã clube com restrito acesso!
Ainda de Minas trouxemos mais um representante dos produtores Wagner Ribeiro e Izabela Fiorentini. Na região de Governador Valadares montaram a queijaria Ribeiro Fiorentini. O casal vem da pecuária leiteira e durante a greve dos caminhoneiros em 2018 se viram numa situação de crise: não tinham como escoar o leite que começou a acumular na fazenda. A solução? Produzir queijo, uai! Gostaram tanto que não pararam mais. Foram várias experiências, vivências e trocas com outros queijeiros, além de algumas premiações em concursos! Dessa vez o escolhido foi o Prensado, um queijo de forma pequena, com uma cremosidade deliciosa! 
Descendo no mapa, chegamos à São Paulo, estado que vem se destacando na produção artesanal. A fazenda Santa Luzia, de Martin e Maristela, tem a queijaria artesanal com o registro oficial mais antigo do estado. Apostaram no gado Simental, incomum por aqui, mas que produz um leite excepcional. Eles produzem em torno de uma dúzia de queijos diferenciados, inovadores, que já conquistaram o público. Também fazem parte do “Caminho do Queijo Paulista”, grupo de produtores que se uniram para divulgar a produção do estado e trocar experiências.  Trouxemos o queijo Tropeiro, já conhecido de nossos assinantes mais antigos e sucesso de crítica!
Subindo de novo nesse Brasilzão, chegamos à Goias para, mais uma vez, valorizar o trabalho da queijaria Alpina. A família Gaehwiler, radicada no Brasil há 37 anos, produz algumas variedades de queijos, inspirados na escola suiça, que já ganharam fama entre apreciadores. Trouxemos o renomado queijo Alpino.
Fechando a lista, chegamos à terra das búfalas! Sabiam que tem mais búfalos(as) de que gente na ilha de Marajó? A família de Marcus e Cecília já tem tradição na criação desses animas, mas a relação com o queijo do Marajó tem início a partir do ano 2000,  quando Marcus retornou de um período estudando agrobusiness nos Estados Unidos. Na Fazenda São Victor inciaram a criação de búfalas leiteiras e a produção do queijo do Marajó em 2006. Hoje é o queijo mais premiado da região!
 
CARRANCA (MG) – Cidade de Abadia dos Dourados. Fazenda Carranca. Região do Cerrado Mineiro. Queijo de leite cru de vaca, maturação média de 50 dias. Casca firme coberta por mofos, massa cremosa e sabor intenso.
 
PRENSADO (MG) –  Queijaria Ribeiro Fiorentini. Cidade de Governador Valadares. Queijo de leite cru de vaca, maturação média de 40 dias com controle de temperatura e umidade. Casca firme, massa amarelada, cremosa, com olhaduras e untuosidade presente
 
TROPEIRO (SP) – Cidade de Itapetininga, Fazenda Santa Luzia. Queijo de leite de vaca. Maturação média de 90 dias. Casca fina preta comestível (Carvão vegetal). Massa compacta, untuosa, com leve fundo doce.
 
ALPINO (GO) – Sítio Pica Pau, cidade de Corumbá de Goiás. Queijo de leite de vaca. Maturação média de 40 dias. Casca fina amarelada. Massa untuosa, preservando umidade, de fundo doce. Inspirado na escola queijeira Suíça.
 
QUEIJO DO MARAJÓ (PA) - Tipo creme, produzido a partir do leite de búfala, com adição de creme de leite. Massa cozida de coloração branco palha, consistência cremosa que lembra um requeijão de corte. Sabor suave com leve acidez. Queijo Super Ouro no IV Prêmio Queijo Brasil 2018.
 
Conservação:
 
Manter na geladeira (parte menos fria), envolto em filme plástico ou papel manteiga. Retirar da geladeira e da embalagem ao menos uma hora antes de degustar. Para manter a umidade, também é possível armazenar em potes plásticos. Importante abrir o pote a cada 2 dias para circulação do ar.
 
Esperamos que curtam a seleção. Boa degustação!

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